Um mosquito não é mais forte que um país inteiro Veja a seguir um guia do Governo Federal para aprender a eliminar os criadouros na sua casa. Prefeitura Municipal de Tanque do Piauí
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18/05/2016 08:05
Um mosquito não é mais forte que um país inteiro Veja a seguir um guia do Governo Federal para aprender a eliminar os criadouros na sua casa.

Fonte: 

UFG é instituição parceira do Ministério da Educação e do Governo Federal na luta contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do Vírus Zika e de doenças como a Dengue e a Febre Chikungunya. Para mobilizar a comunidade acadêmica em torno da redução do número de criadouros do mosquito e sensibilizá-la sobre a importância de medidas de combate e prevenção, ao longo do ano a universidade estará realizando diversas ações com o envolvimento de todas as regionais para contribuir com a causa.

A UFG, junto a instituições de todos os níveis da Educação em Goiás, participou da Mobilização Nacional da Educação contra o Mosquito Aedes aegypti. Na manhã desta sexta-feira (19/2), a Universidade promoveu caminhadas ecológicas contra o Aedes Aegypti em todas as regionais, com a participação da comunidade acadêmica. No mesmo dia o reitor da UFG compareceu ao lançamento do Comitê da Educação Goiana contra o Aedes, do qual a instituição faz parte. A solenidade ocorreu na Escola Municipal professora Maria Nosídia Palmeiras das Neves, no Residencial Barravento, em Goiânia. A ministra do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kátia Abreu, esteve em Goiânia para o lançamento do comitê, que será responsável por articular e fiscalizar as ações de combate entre instituições da área.

UFG contra o Aedes

Uma das metas prioritárias da UFG é que os estudantes matriculados conheçam as formas de combate ao mosquito e repassem aos seus familiares ou pessoas que vivem em suas residências, tornando-se multiplicadores das práticas contra o Aedes aegypti. Para atingir esse objetivo e ainda alcançar o engajamento do maior número de pessoas possível na eliminação dos criadouros na Universidade, algumas ações foram programadas para compor as estratégias de combate ao mosquito:

- Reuniões com os gestores para a sensibilização quanto ao problema;

- Distribuição via e-mail da carta aos estudantes universitários elaborado pelo Ministério da Educação e de uma lista de medidas para combate ao mosquito;

- Leitura e discussão nas salas de aula da carta e da lista de medidas de combate ao mosquito, com o envolvimento de professores de todos os cursos;

- Nomeação da Comissão Institucional de Mobilização para prevenir a procriação do mosquito;

- Determinação para que cada Unidade Acadêmica, Unidade Acadêmica Especial e órgão nomeie uma comissão de três pessoas formada por um docente, um técnico-administrativo e um estudante que fiquem responsáveis pela realização de vistorias semanais em seus respectivos prédios;

- 3ª Caminhada Ecológica Contra o Aedes aegypti, no Câmpus Samambaia da Regional Goiânia e 1ª na Regional Catalão, no dia 19/02;

- Participação no Comitê da Educação Goiana contra o Aedes;

- Buscas ativas de focos do Aedes aegypti nas áreas internas e externas próximas do Hospital das Clínicas.

Outras estratégias

O Centro de Gestão do Espaço Físico (Cegef) da UFG também estabeleceu como prioridade o atendimento a ordens de serviço com vistas à eliminação de focos do mosquito. Para ampliar a força tarefa, o órgão desenvolveu um plano de ação para controle do vetor em áreas da UFG, com ações práticas de fiscalização e manejo ambiental que visam a identificação dos focos nas Unidades, obras paralisadas, parques e jardins, além de intervenções no ambiente para minimizar a presença de possíveis criadouros e eliminar os grandes já existentes. O plano, que está sendo implementado em um primeiro momento nos câmpus da Regional Goiânia,  áreas com maior incidência do mosquito, abrangerá todas as regionais da UFG e prevê a colaboração de toda a Universidade.

O reforço dessas medidas preventivas também tem sido encampado desde o início do ano pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), na gestão do Hospital das Clínicas da UFG. Por meio da Unidade de Vigilância e Saúde, estão sendo realizadas buscas ativas de focos do Aedes aegypti nas áreas internas e externas próximas do hospital, além da eliminação de água parada, retirada dos focos e ações educativas com os trabalhadores do local.

Além dessas táticas, a UFG também tem discutido os problemas acarretados pela proliferação do mosquito em atividades acadêmicas. Em dezembro de 2015, em parceria com as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, foi realizado um seminário com especialistas para tratar da relação da microcefalia com o Zika Vírus e da atuação das autoridades e profissionais de saúde com o crescente número de casos diagnosticados da doença.




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